Você já notou seu cachorro balançando a cabeça, coçando a orelha ou demonstrando incômodo sem motivo aparente? Esses sinais, muitas vezes ignorados, costumam ser o primeiro alerta de um problema comum e silencioso: a otite canina. Reconhecer esses sintomas precocemente faz toda a diferença.
A otite canina é frequentemente subestimada porque seus sinais iniciais parecem simples, como excesso de cera ou coceira leve. No entanto, trata-se de um processo inflamatório que pode causar dor intensa, afetar a audição e comprometer o bem-estar do animal quando não avaliado adequadamente.
Além do desconforto físico, a otite canina pode provocar mudanças no comportamento e na relação do cão com o tutor. Em quadros recorrentes, o problema impacta diretamente a qualidade de vida e reforça a importância do cuidado atento e da avaliação profissional.
• A dermatite em cachorro raramente surge de forma isolada; ela costuma ser o reflexo de desequilíbrios na rotina, no ambiente ou na alimentação.
• Coceira persistente, vermelhidão e lambedura excessiva não devem ser normalizadas, pois podem indicar inflamação ativa da pele.
• O manejo correto envolve observação do tutor, ajustes no banho, cuidado com o ambiente e atenção aos sinais que o corpo do cão manifesta.
• Ignorar os primeiros sinais pode permitir que a dermatite evolua para infecções e desconforto contínuo.
— Ao longo deste guia, eu explico como identificar os tipos de dermatite, quais cuidados realmente ajudam no dia a dia e como agir de forma consciente para proteger a pele e o bem-estar do seu cão.

Aviso importante
Este conteúdo tem caráter informativo e educativo. Ele não substitui a avaliação, o diagnóstico ou o tratamento realizado por um médico-veterinário. Diante de qualquer alteração na pele, comportamento ou saúde do seu cão, procure sempre um profissional habilitado. Cada animal é único, e somente o veterinário pode indicar a conduta mais segura para cada caso.
O Que é a Otite Canina e Por Que Ela Merece Atenção
A otite canina é definida como um processo inflamatório que acomete o ouvido do cão. Dependendo da região afetada, ela pode ser classificada em três formas principais:
A anatomia do ouvido dos cães, em formato de “L”, dificulta a ventilação natural e favorece o acúmulo de umidade e resíduos. Esse ambiente pode facilitar a proliferação de bactérias, fungos e ácaros, o que explica por que a otite canina é observada com relativa frequência, especialmente em cães predispostos.
- Otite externa: é a apresentação mais comum e envolve o canal auditivo externo. Costuma estar associada a coceira, secreção e odor característico.
- Otite média: ocorre quando a inflamação se estende para estruturas mais profundas do ouvido. Geralmente está relacionada a maior desconforto e exige avaliação veterinária cuidadosa.
- Otite interna: considerada a forma mais complexa, envolve o ouvido interno e pode estar associada a alterações de equilíbrio, audição e, em alguns casos, sinais neurológicos, sempre necessitando de acompanhamento profissional imediato.

O ouvido dos cães tem uma anatomia peculiar, em forma de “L”, que dificulta a ventilação e facilita o acúmulo de umidade e sujeira. Esse ambiente é ideal para a proliferação de bactérias, fungos e ácaros, tornando a otite canina um problema frequente.
Sintomas – Dos Evidentes Aos Mais Ocultos
Reconhecer precocemente a otite canina é um desafio comum. Muitos tutores só procuram atendimento quando os sinais se tornam mais intensos, pois os sintomas iniciais podem ser sutis.
Sintomas clássicos explicados
- Cheiro desagradável: odor persistente vindo do ouvido pode indicar crescimento excessivo de micro-organismos no canal auditivo.
- Vermelhidão e inchaço: a pele interna do ouvido pode ficar sensível e inflamada, levando o cão a demonstrar desconforto ao toque.
- Secreção visível: secreções escuras, amareladas ou esverdeadas costumam estar associadas a processos inflamatórios ou infecciosos.
- Coceira intensa: balançar a cabeça com frequência ou esfregar a orelha em superfícies são comportamentos comuns em cães com desconforto auditivo.
Sintomas Menos evidentes
- Mudanças comportamentais: dor persistente pode levar o cão a ficar mais quieto, irritado ou menos sociável.
- Inclinação da cabeça: manter a cabeça levemente inclinada pode ser uma tentativa de aliviar a pressão no ouvido afetado.
- Alterações no apetite: o desconforto pode influenciar a disposição para se alimentar.
- Isolamento: alguns cães passam a evitar contato físico, especialmente próximo à região da cabeça.
Consequências da inflamação Não Tratada
Quando a otite canina não é avaliada e acompanhada adequadamente, podem ocorrer complicações progressivas, especialmente em casos recorrentes:
Alterações auditivas: inflamações repetidas podem comprometer estruturas do ouvido e afetar a audição.
Extensão da infecção: a progressão para ouvido médio ou interno pode gerar quadros mais complexos.
Alterações de equilíbrio: em casos avançados, podem surgir dificuldades motoras e maior risco de quedas.
Esses pontos reforçam que a otite não deve ser encarada apenas como um desconforto passageiro, mas como uma condição que merece atenção veterinária desde os primeiros sinais.
Diferenças Entre Raças e Tipos de Orelhas
A predisposição à otite canina pode variar conforme características anatômicas:
- Raças de orelhas caídas (Cocker Spaniel, Basset Hound, Golden Retriever): tendem a reter mais umidade.
- Raças de orelhas eretas (Pastor Alemão, Husky Siberiano): geralmente apresentam melhor ventilação, mas ainda podem desenvolver otite em determinadas condições.
- Raças com muitos pelos no ouvido (Poodle, Schnauzer): os pelos podem dificultar a ventilação e a limpeza natural.
Essa predisposição não significa que outras raças estejam isentas, apenas indica a necessidade de observação mais atenta.
Tabela – Predisposição por tipo de orelha
| Tipo de orelha | Exemplo de raças | Risco de otite canina |
|---|---|---|
| Caídas | Cocker, Basset, Golden | Alto |
| Eretas | Pastor Alemão, Husky | Médio |
| Com muitos pelos | Poodle, Schnauzer | Alto |
Essa predisposição não significa que cães de outras raças não tenham otite canina, mas reforça a necessidade de atenção especial em raças mais suscetíveis.

Alimentação, Alergias e a Relação Direta com a Otite no seu pet
Em alguns cães, a otite canina pode estar associada a reações alérgicas, inclusive alimentares. Determinados ingredientes podem contribuir para processos inflamatórios sistêmicos, refletindo também na saúde auditiva. A investigação dessas causas deve sempre ser conduzida com orientação veterinária.
Uma dieta ajustada às necessidades individuais do cão pode auxiliar na redução da frequência de crises, especialmente quando integrada a um plano de cuidados mais amplo. Leia também – Tudo Sobre Alimentação Canina: Do Básico às Melhores Práticas de Nutrição
Tabela – Relação entre alimentação e otite canina
| Ingredientes de risco | Alternativas seguras |
|---|---|
| Frango industrializado | Carne bovina magra, cordeiro |
| Milho e derivados | Arroz integral, batata-doce |
| Glúten (trigo, cevada, centeio) | Rações hipoalergênicas |
| Soja | Dietas à base de peixe |
Uma dieta ajustada pode reduzir significativamente as crises de otite, especialmente quando associada ao acompanhamento veterinário.
Higiene Auditiva – O Perigo do Excesso de Cuidados
A higiene adequada é importante, mas o excesso pode ser prejudicial. Práticas como o uso de cotonetes, produtos caseiros ou limpezas muito frequentes podem irritar o canal auditivo e alterar sua proteção natural.
O ouvido do cão possui mecanismos próprios de defesa, e a limpeza deve ser feita com produtos específicos para pets e conforme orientação profissional.
- Cotonetes: em vez de limpar, empurram a cera para dentro.
- Produtos caseiros: álcool, óleos e vinagre irritam o canal auditivo.
- Limpeza exagerada: remove a flora natural protetora, deixando o ouvido vulnerável a microrganismos.
O ouvido canino possui mecanismos de autolimpeza. A higiene deve ser feita com produtos específicos para pets e apenas quando houver recomendação do veterinário.

Otite Canina em Diferentes Fases da Vida
Filhotes: o sistema imunológico ainda em desenvolvimento pede atenção redobrada aos primeiros sinais e acompanhamento veterinário sempre que houver suspeita de inflamação.
Adultos: a maior exposição a fatores ambientais torna as medidas preventivas parte importante da rotina de cuidados.
Idosos: alterações naturais da imunidade podem estar associadas a quadros mais frequentes ou persistentes, exigindo monitoramento mais próximo.
Cada fase da vida demanda cuidados adaptados à idade, ao histórico de saúde e à condição individual do animal, sempre com orientação profissional.
Otite Canina e Qualidade de Vida a Longo Prazo
A otite canina pode impactar mais do que a audição. Quando se torna recorrente ou não é adequadamente acompanhada, passa a interferir no bem-estar do cão em diferentes dimensões da vida.
Impacto emocional e comportamental – O desconforto persistente pode estar associado a mudanças de humor, como irritabilidade, apatia ou maior sensibilidade. Alguns cães passam a dormir pior, demonstram menos interesse por brincadeiras e alteram a forma de interação com a família, especialmente quando sentem dor ao toque.
Prejuízo na interação social – Em quadros mais prolongados, alterações auditivas podem reduzir a resposta a comandos e dificultar a comunicação com o tutor. Isso pode gerar insegurança em ambientes com outros animais ou pessoas, levando o cão a evitar interações que antes eram naturais.
Limitação física e rotina alterada – Atividades como caminhadas e jogos podem ser realizadas com menos entusiasmo quando há incômodo associado ao ouvido. A redução do nível de atividade, ao longo do tempo, pode contribuir para ganho de peso, perda de condicionamento físico e menor disposição geral.
Consequências na vida a longo prazo – Episódios repetidos de otite no cachorro podem criar um ciclo de desconforto e adaptações na rotina que afetam não apenas a saúde física, mas também a vitalidade e o comportamento do animal. Um problema que começa localizado pode refletir no equilíbrio geral do pet quando não recebe atenção adequada.
Em síntese, falar de otite é falar de qualidade de vida. A observação atenta, a prevenção e o acompanhamento veterinário adequado são fundamentais para favorecer anos mais ativos, confortáveis e seguros ao lado do tutor.
Estudos Científicos, Avanços e Comparações Humanas
A otite canina é amplamente estudada na medicina veterinária por sua frequência e pelo impacto que pode causar na saúde geral dos cães. Observações clínicas indicam que muitos animais apresentam ao menos um episódio ao longo da vida, especialmente aqueles com predisposição anatômica.
A anatomia do ouvido canino, com canal auditivo em formato de “L”, dificulta a ventilação e favorece o acúmulo de umidade, criando condições propícias à proliferação de fungos, bactérias e ácaros. Esse fator ajuda a compreender por que a otite pode se manifestar de forma recorrente.
Estudos também apontam uma relação relevante entre otite canina e processos alérgicos, especialmente alimentares ou ambientais. Por isso, além do tratamento local, a investigação do histórico clínico, da dieta e do ambiente costuma fazer parte da avaliação veterinária.
Nos últimos anos, avanços nos métodos diagnósticos, como a endoscopia otológica, permitiram identificar alterações de forma mais precoce. Paralelamente, novas abordagens terapêuticas vêm sendo estudadas, incluindo formulações tópicas combinadas e estratégias de suporte imunológico, sempre sob acompanhamento profissional.
Assim como ocorre em crianças, a otite recorrente pode impactar o bem-estar e a rotina do cão quando não é adequadamente acompanhada. A literatura científica reforça que a observação precoce e a condução veterinária adequada são fundamentais para preservar a saúde auditiva a longo prazo.
Cuidados Práticos Para o Tutor – O Que Fazer no Dia a Dia
O tutor é peça-chave na prevenção da otite canina, especialmente quando adota hábitos consistentes no dia a dia. Pequenas rotinas, realizadas com regularidade, contribuem para reduzir o risco de inflamações e favorecem o bem-estar auditivo do pet:
Observação semanal – Reservar um momento para examinar as orelhas do cão ajuda a identificar alterações iniciais. Vermelhidão, secreção escura ou mau cheiro podem ser sinais de alerta e merecem atenção. Quando percebidos precocemente, esses sinais facilitam a avaliação veterinária e a condução adequada do cuidado.
Cuidados após o banho – A umidade excessiva é um fator frequentemente associado a desconfortos auditivos. Secar bem as orelhas com toalhas limpas e macias é uma medida importante. Em algumas situações, pode-se proteger a entrada do ouvido durante o banho, sempre com cuidado para não introduzir objetos no canal auditivo.
Ambiente equilibrado – Cães que vivem em locais muito úmidos ou com acúmulo constante de poeira tendem a apresentar maior sensibilidade auditiva. Manter os espaços ventilados e higienizados contribui para um ambiente mais favorável à saúde do ouvido.
Atenção à alimentação – Em determinados casos, episódios recorrentes de otite podem estar associados a processos alérgicos, inclusive alimentares. Diante de suspeitas, é indicado conversar com o médico-veterinário sobre a dieta mais adequada para o animal. Ajustes nutricionais podem fazer parte de uma abordagem preventiva mais ampla.
Nada de improvisos – O uso de cotonetes, álcool ou receitas caseiras pode irritar o canal auditivo e agravar o desconforto. A limpeza deve ser realizada apenas com produtos próprios para cães e, sempre que possível, com orientação profissional.
Consultas regulares – O acompanhamento veterinário periódico é fundamental. Avaliações simples, realizadas durante consultas de rotina, podem identificar alterações antes que evoluam para quadros mais complexos.
Com esses cuidados práticos, o tutor participa ativamente da prevenção da otite canina, favorecendo intervenções mais precoces, reduzindo a necessidade de tratamentos prolongados e contribuindo para uma vida mais confortável e equilibrada para o animal. Leia também – Guia de Cuidados Essenciais para Cães

Guia Rápido Para Detectar a Otite Canina
Para facilitar o dia a dia, o tutor pode utilizar este checklist como ferramenta de observação, ajudando a identificar sinais iniciais de possível desconforto auditivo no cão:
Odor incomum – Um cheiro forte e persistente vindo do ouvido não é esperado na rotina normal. Esse sinal pode estar associado à proliferação de bactérias ou fungos e merece atenção.
Vermelhidão visível – Orelhas avermelhadas, quentes ou inchadas podem indicar um processo inflamatório em curso e devem ser observadas com cuidado.
Secreção alterada – Diferente da cera habitual, secreções escuras, amareladas ou esverdeadas podem sugerir alteração no canal auditivo e justificam avaliação profissional.
Coceira fora do comum – Quando o cão balança a cabeça com frequência ou esfrega a orelha no chão, pode estar tentando aliviar incômodo ou sensibilidade local.
Reação ao toque – Se o pet recua, vocaliza ou demonstra desconforto ao ter a orelha manipulada, isso indica sensibilidade aumentada e reforça a necessidade de orientação veterinária.
Esse checklist não substitui a consulta com o médico-veterinário, mas funciona como um apoio prático para que o tutor acompanhe regularmente a saúde auditiva do cão e busque ajuda profissional antes que o quadro evolua.
Perguntas Frequentes sobre otite canina
A otite canina é contagiosa?
Não. A otite canina, por si só, não é contagiosa. No entanto, quando a causa envolve ácaros, esses parasitas podem ser transmitidos para outros cães que tenham contato direto com o animal afetado.
Posso usar remédio humano no ouvido do meu cão?
Não. Medicamentos humanos podem irritar o canal auditivo do cão, agravar a inflamação e até causar lesões. Qualquer produto deve ser usado somente com orientação de um médico-veterinário.
Banhos frequentes aumentam o risco de otite?
Sim, principalmente quando a secagem não é feita corretamente. A umidade acumulada dentro da orelha cria um ambiente favorável para a proliferação de fungos e bactérias, aumentando o risco de otite.
Toda secreção é sinal de otite?
Não. A presença de pequenas quantidades de cera é normal. O sinal de alerta surge quando há secreções escuras, amareladas ou esverdeadas, especialmente se acompanhadas de odor forte.
A otite canina tem cura definitiva?
Sim, muitos casos têm resolução completa com tratamento adequado. No entanto, em cães com alergias ou predisposição anatômica, a otite pode se tornar recorrente, exigindo acompanhamento preventivo contínuo.
A otite canina pode voltar mesmo após o tratamento?
Pode. Quando a causa de fundo — como alergias, excesso de umidade ou características da raça — não é controlada, as infecções tendem a reaparecer. Por isso, a prevenção é tão importante quanto o tratamento inicial.
Como diferenciar uma coceira comum de um quadro de otite?
A coceira comum costuma ser ocasional. Já na otite, o cão coça com insistência, balança a cabeça repetidamente e pode apresentar odor ou secreção no ouvido, sinais que indicam a necessidade de avaliação veterinária.
Existe forma de prevenir completamente a otite canina?
Não existe prevenção absoluta, mas hábitos como manter higiene equilibrada, secar bem as orelhas após o banho, controlar alergias e realizar consultas regulares reduzem significativamente as chances de ocorrência.
Ouvir o Silêncio do Seu Cão é a Maior Forma de Cuidado
A otite canina não é apenas um desconforto auditivo: trata-se de uma condição que pode impactar de forma significativa o bem-estar físico e emocional do cão. Quando não identificada e acompanhada adequadamente, pode evoluir para perda auditiva, alterações de equilíbrio e infecções mais profundas, comprometendo a qualidade de vida do animal.
A prevenção continua sendo o melhor caminho. Compreender os fatores de risco — como a anatomia das orelhas, a alimentação, a higiene e o ambiente em que o cão vive — ajuda o tutor a agir de forma consciente antes que o problema se agrave. A observação diária é essencial para perceber sinais precoces e buscar a orientação profissional no momento certo.
Cuidar da saúde auditiva é cuidar da longevidade, da vitalidade e do conforto do pet. Um cão que vive sem dor e desconforto tende a ser mais ativo, seguro e presente na convivência com a família.
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Sou apaixonado por cães desde a infância, quando convivi intensamente com meu primeiro companheiro, o vira-lata caramelo Baixinho. Essa experiência despertou em mim um olhar sensível e atento para o comportamento canino, o vínculo emocional entre cães e tutores e a importância do cuidado consciente no dia a dia. Ao longo dos anos, construí meu conhecimento por meio de estudos na área, cursos técnicos e formação complementar voltada ao comportamento, bem-estar e convivência com cães, sempre priorizando informação responsável e embasada. No Patinhas & Cuidados, transformo vivência prática e aprendizado contínuo em conteúdos claros, empáticos e acessíveis, com o propósito de ajudar tutores a observar melhor seus cães, compreender seus sinais e fortalecer uma relação baseada em respeito, afeto e presença.







